Nao sei o que se passa contigo, mas sinto-te distante! Sinto-te diferente e tenho medo que gostes menos de mim, que te esteja a perder... Sinto que sou a última prioridade da tua lista, que não abdicas de nada nem de ninguém para estares comigo. Sinto-me como se fosse "a tua hora extra"... É certo e sabido que um segundo comigo vale (muito, muito) mais que um segundo com qualquer outra pessoa, mas infelizmente um segundo comigo passa bastante mais depressa. Andas cansado e com muito trabalho, eu sei... mas se não falo, tu não ligas; se não escrevo,não envias sms; se escrevo e desabafo aqui, tu não lês; e quando escreves, tenho apenas 2 ou 3 palavras tuas. serei paranóica? Talvez um pouco, mas a verdade é que te sinto diferente. E eu... continuo a gostar de ti do mesmo modo (mais do que antes, se é que isso é possível)! Adoro-te e não me importo de o repetir milhões de vezes por dia; todos os dias! Continuo a gostar de ti, e não me vou cansar de o dizer, nem de o escrever, mesmo que não me leias... por aqui!
4.2.13
It's never too late... no matter what
It’s never too late… it’s never too late to start over again, don’t ever give up! Never feel it’s too late because there is always a new beginning in life for everything! If you fall, get up again and continue your journey. If you lost, live and learn because you will always succeed if you never give up. It’s never too late for anything: for love, for dreams, for joy and for a change. Remember, it’s never too late!!
Adoro os teus beijos
os teus beijos não me saem do pensamento... São doces e aveludados, a tua língua é macia e delicada! Sabes a chiclete de mentol, os teus lábios carnudos com esse sinal que eu adoro, dão comigo em doida. Tens o meu coração contigo!
3.2.13
Beijar-te, eu? Não sejas tolo. Só entorto o meu pescoço na
direcção da tua cara porque me deu um torcicolo, foi enquanto dormia e não, não
sonhava contigo, era dura a almofada, uma questão de posição, não consigo
endireitar-me e já não tenho vinte anos. Que os meus olhos (dizes) fixos na tua
boca? Ora essa, impressão tua, fiquei vesga subitamente, até fui ao
oftalmologista, receitou-me um colírio que arde, acredita que vejo a dobrar,
nem percebo quem me rodeia: em que lado estás tu, afinal? Que a minha mão faz
tudo (afirmas) para agarrar a tua mão? É só uma cãibra súbita, que me impele os
músculos dos dedos, hirtos e desobedientes, na direcção dos teus; foi um
espasmo aleatório, uma mera casualidade, coincidência espacial. Que a minha
perna esquerda (insistes), encostada sem grandes pudores à tua perna direita?
Tropecei há dias na escada, estou dorida e fraca do joelho, até um bocadinho
coxa, por isso me apoio em ti não vá eu cair outra vez. Que o meu nariz
(parece-te), fareja abertamente os recantos da tua nuca? É que trazes um cheiro
diferente que não consigo definir, terás mudado de perfume?, o meu interesse
nas intersecções do teu corpo é meramente científico, acredita. Que a minha
boca, entreaberta (inventas), à porta da tua boca? Está apenas de passagem, vai
a caminho do teu ouvido, quero dizer-te um segredo, uma confidência importante,
deixa-me pensar o que poderá ser. Que o meu peito (desconfias), se arremessa
contra o teu como quem não quer a coisa? Uma tontura, um quase desmaio, é do
calor, da falta de açúcar, se beber uma bica isto passa. Que o meu cabelo se
eriça (teimas) e se agarra à tua pele? Electricidade estática, como sabes, um
fenómeno muito comum. Este suspiro profundo, em que parece que espalho a alma
toda pelo ar? Dificuldade em respirar, culpa do tempo seco, do calor, das
alergias. Não é (nem por sombras, não é), o desabafo feliz de quem disse ao
tempo que parasse, que tudo assim só mais um bocadinho (e a quem o tempo
obedeceu). Beijar-te, eu?! Não sejas tolo.
in umamoratrevido
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